Mariane Barbosa

Uma jornalista que não consegue esconder sua paixão em registrar histórias

Quando entrei na faculdade, um professor maravilhoso pediu em uma atividade para que nós observássemos as pessoas na rua, no metrô, em nosso cotidiano rotineiro e imaginássemos quem elas eram.


De imediato, me apaixonei pelas pessoas e suas histórias criadas na minha mente, como uma mãe segurando o filho pela mão ou pelo menino descolado ouvindo música enquanto espera o próximo trem.


Me apaixonei pelo próximo e por todas as situações ao meu redor. Me apaixonei pela observação singela que a vida nos proporciona e nem sempre damos valor.


No final, só me sinto privilegiada por ter estudado jornalismo e depois fotografia, porque ganhei o poder não só de contar histórias, mas também de registrar o amor.

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